Sábado
29 de agosto de 2026
Domingo
30 de agosto de 2026
Conteúdo das Oficinas
Conheça em detalhes o que será abordado em cada oficina
Um laboratório: espaço de experimentação em que o erro e a descoberta valem o mesmo. A condução parte de proposições práticas — perguntas feitas ao corpo, e não explicações teóricas.
- O que você vai experimentar:
- Percepção corporal e escuta interna como ponto de partida do movimento.
- Memória, imagem e referência cultural como disparadores de criação.
- Improvisação estruturada como ferramenta de investigação.
- Elementos básicos de composição: tempo, espaço, qualidades de movimento e relação com o outro.
- Processos de criação individual e coletiva.
- Observação e escuta do grupo como parte do processo.
A abertura a diferentes níveis é estrutural: as propostas admitem múltiplas respostas corporais. Quem tem formação mais avançada é convidado a abandonar soluções conhecidas; quem está começando é encorajado a confiar no próprio repertório de movimento.
O encontro alterna trabalho individual, trabalho em pequenos grupos e um momento coletivo de escuta ao final.
Recomendações: roupa confortável e disponibilidade para experimentar.
Uma aula completa de ballet clássico dentro da metodologia Vaganova, com foco em organização técnica, coordenação e clareza de execução — não no acúmulo de combinações.
Como a aula se organiza:
- Trabalho técnico no centro (sem apoio de barra) — pliés, tendus, jetés, rond de jambe, fondu, frappé e grand battement, com atenção à coordenação dos braços, precisão de direção, uso do pé e do chão, estabilidade e controle de retorno.
- Centro — adagio (equilíbrio, coordenação e controle do eixo), pirouettes en dehors com finalização limpa, petit allegro e médio allegro.
- Sequência final — combinação curta com deslocamento, giros e dinâmica.
O ritmo é contínuo, sem pausas longas, com correções feitas durante a execução.
Recomendações: roupa apropriada para ballet e sapatilha de meia ponta.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
Uma aula construída para ampliar o conhecimento técnico do Jazz Dance e, ao mesmo tempo, provocar a personalidade artística de cada bailarino. O trabalho une potência muscular, coordenação, agilidade e musicalidade.
Estrutura da aula:
- Aquecimento dinâmico — isolamentos, fragmentações, ondulações, alongamento dinâmico, isometria e fortalecimento.
- Aquecimento coreografado — musicalidade, dinâmica corporal, estilo e desenvolvimento técnico.
- Trabalho técnico no centro (sem apoio de barra) — fortalecimento do corpo, qualidade da execução dos movimentos acadêmicos e fluidez nas emendas entre eles.
- Chão (floorwork) — entradas e saídas do chão, resistência muscular e explosão.
- Diagonais e deslocamentos — lateralidade, passos-chave do Jazz, giros, avanços e grandes saltos.
- Coreografia final — aplicação de tudo o que foi construído na aula.
Recomendações: roupa confortável para dança e sapatilha ou meia.
ATENÇÃO: turma de NÍVEL INICIANTE. A turma de nível intermediário acontece no domingo, 30/08.
Nesta aula a escuta antecede a forma. Antes de compreender ou executar, o participante é convidado a perceber e a deixar que o corpo descubra caminhos próprios na relação com a música, o espaço e o grupo. Não há formas pré-estabelecidas a imitar.
- Eixos de trabalho:
- Escuta — percepção do ambiente, da música e do próprio corpo.
- Ritmo simples — caminhar, parar, recomeçar; familiaridade com o tempo.
- Movimento do mínimo ao amplo — o gesto pequeno que se expande.
- Pausas — alternância entre controle e resposta espontânea.
- Repetição — como ferramenta de percepção e transformação.
- Travessias no espaço — consciência espacial, observar e ser observado.
Ferramentas de apoio: palmas, pés, respiração e olhar. A condução acolhe diferentes estados e respostas, em ambiente de experimentação sem julgamento.
"O corpo não precisa entender a música. Ele pode encontrá-la."
Recomendações: roupa confortável. A aula é realizada com os pés descalços.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
ATENÇÃO: turma de NÍVEL INICIANTE, para quem tem pouca ou nenhuma experiência em danças urbanas. A turma de nível intermediário acontece no domingo, 30/08.
Uma porta de entrada no Hip Hop com linguagem acessível, sem pressão estética e com foco na liberdade do corpo.
O que vamos trabalhar:
- Aquecimento — alongamento dinâmico, mobilidade articular e coordenação.
- Groove — bounce (o movimento base do Hip Hop) e rock (transferência de peso), com exercícios para sentir o tempo da música.
- Fundamentos — danças sociais, repetição, lateralidade e coordenação.
- Sequência coreográfica curta — montagem com contagem e música.
- Performance — atitude, intenção e expressão individual.
- Volta à calma, roda de conversa e espaço para dúvidas.
Recomendações: roupa confortável e tênis.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
ATENÇÃO: turma de NÍVEL INICIANTE. A turma de nível intermediário (Baladi) acontece no domingo, 30/08.
Uma introdução à dança oriental egípcia que começa pelo entendimento antes de chegar ao movimento.
Como funciona:
- Primeira parte — roda de conversa sobre o contexto cultural do Egito: como a dança se insere no cotidiano, suas funções sociais e sua relação com a música e a cultura local. Há espaço aberto para perguntas.
- Segunda parte — prática introdutória com foco nos movimentos rítmicos e sinuosos característicos da dança oriental egípcia, trabalhando percepção corporal, escuta musical e construção de presença.
Recomendações: roupa confortável que permita visualizar o movimento do quadril. Lenço de quadril é bem-vindo, mas não é obrigatório.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
Uma conversa prática sobre maquiagem para o palco, pensada para quem trabalha com dança e outras linguagens cênicas. O foco é observar como a maquiagem funciona quando entra em cena de verdade: sob luz forte, à distância do público e em diálogo com figurino, iluminação e movimento.
Durante o encontro será feita uma demonstração completa em modelo, com as escolhas sendo comentadas em tempo real.
- Pontos abordados:
- Como a maquiagem se transforma sob diferentes tipos de iluminação de palco.
- Uso de contraste, contorno e intensidade para manter o rosto expressivo visto de longe.
- Diferenças entre maquiagem cotidiana e maquiagem pensada para cena.
- Erros comuns e boas práticas.
- Como determinadas escolhas reforçam presença, expressão e leitura visual em cena.
Formato: demonstração prática em modelo, explicação técnica durante o processo e espaço para perguntas.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
Uma aula construída para ampliar o conhecimento técnico do Jazz Dance e, ao mesmo tempo, provocar a personalidade artística de cada bailarino. O trabalho une potência muscular, coordenação, agilidade e musicalidade.
Estrutura da aula:
- Aquecimento dinâmico — isolamentos, fragmentações, ondulações, alongamento dinâmico, isometria e fortalecimento.
- Aquecimento coreografado — musicalidade, dinâmica corporal, estilo e desenvolvimento técnico.
- Trabalho técnico no centro (sem apoio de barra) — fortalecimento do corpo, qualidade da execução dos movimentos acadêmicos e fluidez nas emendas entre eles.
- Chão (floorwork) — entradas e saídas do chão, resistência muscular e explosão.
- Diagonais e deslocamentos — lateralidade, passos-chave do Jazz, giros, avanços e grandes saltos.
- Coreografia final — aplicação de tudo o que foi construído na aula.
Recomendações: roupa confortável para dança e sapatilha ou meia.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
Neste nível, a escuta se expande para uma investigação mais complexa: música e corpo são tratados como estruturas em camadas. A proposta é uma relação ativa e crítica com o som, com decisões, rupturas e composição consciente.
Eixos de investigação:
- Camadas da música — ritmo, melodia, textura e silêncio, isolados e combinados.
- Corpo dividido — autonomia entre partes do corpo e respostas simultâneas distintas.
- Tempo — antecipação, atraso e sincronia como escolhas compositivas.
- Ruptura — quebra de padrões, interrupção de fluxos e criação de desvios.
- Repetição consciente — construção e deslocamento de sentido.
- Relação com o espaço — independência entre deslocamento e música.
- Improvisação com regras móveis e composição de sequências breves.
A condução estimula investigação, tomada de decisão e adaptação constante.
"Não acompanhe a música. Negocie com ela."
Recomendações: roupa confortável. A aula é realizada com os pés descalços.
Esta turma não conta com intérprete de Libras. A turma com intérprete é a de nível iniciante, no sábado, 29/08.
Um laboratório: espaço de experimentação em que o erro e a descoberta valem o mesmo. A condução parte de proposições práticas — perguntas feitas ao corpo, e não explicações teóricas.
O que você vai experimentar:
- Percepção corporal e escuta interna como ponto de partida do movimento.
- Memória, imagem e referência cultural como disparadores de criação.
- Improvisação estruturada como ferramenta de investigação.
- Elementos básicos de composição: tempo, espaço, qualidades de movimento e relação com o outro.
- Processos de criação individual e coletiva.
- Observação e escuta do grupo como parte do processo.
A abertura a diferentes níveis é estrutural: as propostas admitem múltiplas respostas corporais. Quem tem formação mais avançada é convidado a abandonar soluções conhecidas; quem está começando é encorajado a confiar no próprio repertório de movimento.
Recomendações: roupa confortável e disponibilidade para experimentar.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
Uma aula completa de ballet clássico dentro da metodologia Vaganova, com foco em organização técnica, coordenação e clareza de execução — não no acúmulo de combinações.
Como a aula se organiza:
- Trabalho técnico no centro (sem apoio de barra) — pliés, tendus, jetés, rond de jambe, fondu, frappé e grand battement, com atenção à coordenação dos braços, precisão de direção, uso do pé e do chão, estabilidade e controle de retorno.
- Centro — adagio (equilíbrio, coordenação e controle do eixo), pirouettes en dehors com finalização limpa, petit allegro e médio allegro.
- Sequência final — combinação curta com deslocamento, giros e dinâmica.
O ritmo é contínuo, sem pausas longas, com correções feitas durante a execução.
Recomendações: roupa apropriada para ballet e sapatilha de meia ponta.
Esta turma não conta com intérprete de Libras. A turma com intérprete acontece no sábado, 29/08.
Um aprofundamento no baladi, expressão tradicional da dança egípcia, a partir de uma perspectiva ao mesmo tempo cultural e técnica.
Como funciona:
- Primeira parte — roda de conversa sobre o contexto do baladi, com ênfase na relação da mulher egípcia com a dança: identidade, pertencimento e confiança.
- Segunda parte — prática com aplicação técnica na música, voltada à consciência corporal e ao estado de presença.
Em um tempo em que a dança muitas vezes vira produto e performance feita para agradar e impressionar, esta oficina propõe o caminho inverso: resgatar a essência da dança egípcia em sua origem, com tempo e espaço para o sentir. O conteúdo se fundamenta em vivências e estudos realizados pela ministrante diretamente no Egito.
Recomendações: roupa confortável que permita visualizar o movimento do quadril. Lenço de quadril é bem-vindo, mas não é obrigatório.
Esta turma não conta com intérprete de Libras. A turma com intérprete é a de nível iniciante, no sábado, 29/08.
Um portfólio bem feito é o que separa um bom trabalho de um trabalho que é visto. Esta oficina prepara os participantes para a etapa de inscrição em editais e para apresentar seu trabalho ao cliente final.
O que será abordado:
- Apresentação de bons portfólios como exemplo, com projeção das peças selecionadas.
- As divisões que um portfólio de dança precisa ter.
- Noções de diagramação — o que ajuda e o que atrapalha a leitura.
- Que plataformas utilizar.
- Como publicar na internet e gerar um link do seu portfólio pronto para enviar.
Indicada para quem participa de editais públicos, negocia com escolas e contratantes ou quer profissionalizar a apresentação do próprio trabalho.
Recomendações: se possível, traga material do seu trabalho (fotos, currículo, links) para pensar na aplicação prática.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.
O foco aqui é domínio técnico, musicalidade refinada e identidade: sair da execução correta e chegar ao estilo próprio.
O que vamos trabalhar:
- Aquecimento — alongamento dinâmico, mobilidade articular, isolamentos (ombros, peito, quadril) e ativação com grooves.
- Groove avançado — variações de bounce em níveis e direções; rock com mudança de peso; exploração de tempo e contratempo.
- Fundamentos técnicos — danças sociais com variações, combinações de passos, uso de pausas, acentos e dinâmica.
- Diagonais e deslocamentos — travessias do espaço, mudanças de direção e nível, giros e transições combinadas.
- Sequência coreográfica intermediária — com foco em dinâmica e musicalidade.
- Performance — intenção, presença, qualidades de movimento e estilo individual.
- Volta à calma, correções e reflexão sobre a evolução da turma.
Recomendações: roupa confortável e tênis.
Esta turma não conta com intérprete de Libras. A turma com intérprete é a de nível iniciante, no sábado, 29/08.
Realizada no palco, esta oficina traduz o vocabulário técnico da iluminação para quem cria e dança e resolve um problema real: chegar a um festival e não saber como pedir a luz que a coreografia precisa.
- Tópicos:
- Nomenclatura técnica básica de palco.
- Noções básicas de equipamentos e artefatos de luz.
- Noções básicas de cor.
- Ângulos de luz aplicados especificamente à dança.
- A relação da luz com o corpo, o figurino, o cenário e o volume do palco.
- Como se relacionar com o iluminador e o operador ao chegar a um festival.
Conteúdo prático e direto, útil já na sua próxima montagem.
🤟 Esta oficina conta com intérprete de Libras.






